
O tratamento da flacidez com a tecnologia de melhor evidência científica para firmar a pele. O laser pode atuar sozinho — para quem tem flacidez sem gordura — ou associado à lipoaspiração. Por áreas, sob anestesia local: simples, prático e minimamente invasivo.
A flacidez não se esconde.
Ela se trata — na própria pele.
A retração de pele a laser é indicada para quem percebe a pele perdendo firmeza — após emagrecimento, gestações ou pelo tempo — e não deseja recorrer a uma cirurgia ampla, com grandes cicatrizes. O laser atua sob a pele estimulando a derme a se reorganizar e se contrair. Quando há também gordura localizada, a mesma tecnologia a remove no mesmo tempo cirúrgico.
Hospital Moinhos de Vento · PontalO alvo é a pele, não apenas a gordura. A energia do laser diodo é conduzida sob a pele por uma cânula muito fina e age sobre a derme — a camada responsável pela sustentação. A pele responde se contraindo, com firmeza que se desenvolve de forma progressiva nas semanas seguintes.
Por ser minimamente invasivo e realizado por áreas, com anestesia local, é um procedimento prático: sem grandes incisões, sem grandes cicatrizes, com retorno rápido às atividades.
Com a popularização das canetas emagrecedoras, muitas pessoas perdem peso de forma rápida e expressiva — e a pele, que levou anos para se distender, não retrai na mesma velocidade. O resultado é uma flacidez que pode aparecer no abdômen, nos braços, nas coxas e no rosto, muitas vezes sem gordura significativa para tratar.
É exatamente o cenário em que a retração de pele a laser brilha: como não há necessidade de aspirar grande volume de gordura, o laser pode ser usado isoladamente, focado na pele, por áreas e sob anestesia local. Uma abordagem simples e minimamente invasiva para um problema que está se tornando cada vez mais comum.
A indicação é sempre definida em avaliação individual. A seguir, os três cenários mais comuns que conversamos em consulta.
Para quem tem flacidez com pouca ou nenhuma gordura — inclusive após emagrecimento com canetas.
Quando há gordura localizada junto da pele frouxa — a retração evita a flacidez residual que a aspiração isolada pode deixar.
Tratamento focado na região que incomoda, preservando o caráter minimamente invasivo.
A solução tumescente — soro fisiológico com anestésico — prepara a região e protege os tecidos. Uma cânula muito fina, introduzida por incisões diminutas, conduz o laser diodo sob a pele. A energia atua de forma controlada sobre a derme, a camada que dá sustentação, desencadeando uma resposta de remodelação que firma a pele nas semanas seguintes.
Quando existe gordura localizada, a mesma energia a derrete no mesmo tempo cirúrgico. Tudo em ambiente hospitalar, com a paciente confortável e o menor impacto possível sobre vasos e nervos.
Soro + anestésico local que protege os tecidos e separa as camadas.
Acessos diminutos, marca-passo cirúrgico do menor impacto possível.
Atua sobre a derme e os septos, estimulando a retração da pele.
A pele se reorganiza sobre o novo contorno — sem flacidez residual.
O modelo clássico atribui a retração ao aquecimento da derme e à desnaturação do colágeno. Os achados histológicos da literatura, porém, mostram algo mais rico: microcanais no tecido adiposo, coagulação de pequenos vasos, trombose vascular focal e reorganização dos septos fibrosos.
A partir da experiência clínica do Dr. Peruzzo, levantamos uma hipótese de trabalho: boa parte da retração não viria da contração térmica, e sim da microcoagulação da trama vascular subdérmica. A isquemia controlada que se segue ativaria angiogênese e uma resposta cicatricial — o mesmo princípio do microagulhamento, do laser fracionado e da subcisão.
Um argumento a favor: tecnologias que geram calor igual ou maior, como o plasma de hélio (Renuvion®), não produziram retração superior em estudo randomizado — sugerindo que a qualidade da lesão tecidual importa mais do que a temperatura isolada. É uma hipótese que merece investigação histológica e imuno-histoquímica dedicada.
Interpretação científica do Dr. Alexandre Peruzzo a partir da literatura (Goldman; Sasaki; Faustino et al., 2025). Caráter informativo — não constitui afirmação de superioridade comprovada.
Retração cutânea média por tecnologia, segundo revisão sistemática e análise quantitativa (Faustino et al., 2025).
A radiofrequência apresenta média numericamente um pouco maior (~1,5%), mas a diferença para o laser não alcançou significância estatística — não há evidência robusta de que uma seja superior à outra. O laser supera com folga o ultrassom e a lipo convencional, e tem evidência mais forte que o plasma de hélio, cujo primeiro ensaio clínico randomizado (2025) não mostrou benefício adicional.
Média ponderada do laser assistido — cerca de 2,4× a da lipoaspiração convencional.
Meta-análise de segurança (2024): o laser apresentou as menores taxas de seroma, queimadura e necrose entre as tecnologias estudadas.
Maior afinidade pela água e pela matriz, com lesão mais confinada e melhor contração dérmica.
Laser de retração de pele associado à lipoaspiração local, em pacientes operados pelo Dr. Alexandre Peruzzo. Clique para ampliar.



Os resultados variam conforme cada paciente. Tempos de recuperação e características da técnica são apresentados como princípios e metas, mediante avaliação individual. Imagens publicadas mediante autorização. Conteúdo informativo, em conformidade com a Resolução CFM 2.336/2023.
O caminho até o método de retração de pele de hoje. Os dois últimos passos são autoria do Dr. Alexandre Peruzzo.
Nasce na Itália a hidrolipo: injeção de soro fisiológico associada ao ultrassom para romper a célula de gordura. O primeiro passo em direção a uma lipoaspiração menos agressiva.
A técnica chega ao Brasil pelas mãos de um cirurgião italiano. Com o crescimento da demanda, um sócio cirurgião plástico se une ao projeto e evolui o método: acrescenta anestésico local ao soro e introduz uma pequena lipoaspiração combinada ao ultrassom.
Dr. Alexandre Peruzzo se forma tecnicamente nessa clínica em São Paulo, aprendendo os princípios da técnica em sua origem brasileira. Traz o método para Porto Alegre e segue desenvolvendo-o no Sul.
Dr. Peruzzo substitui o ultrassom pelo laser — mais eficiente para atuar sobre os tecidos — e introduz a associação que ninguém ainda discutia na época: um método de retração de pele para tratar a flacidez, com um aparelho que também atua sobre a gordura. Esta é a virada que define a técnica moderna.
A técnica é levada para dentro das unidades do Hospital Moinhos de Vento — Pontal. À combinação técnica somam-se sedação e bloqueio analgésico, com total segurança — sem perder o caráter minimamente invasivo.
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