
Uma cirurgia tranquila, rápida e indolor — desenhada para devolver proporção, firmeza e naturalidade ao corpo. Aqui você entende tudo: as vantagens, como escolhemos o tamanho, os implantes e as técnicas que sustentam o resultado a longo prazo.
A mama em harmonia com o corpo
— e a mulher mais segura de si.
A prótese de mamas vai muito além do volume. É um ajuste fino de proporção, forma e contorno que dialoga com a cintura, o quadril, a altura e a estrutura muscular — devolvendo equilíbrio à silhueta, jovialidade ao aspecto geral e, sobretudo, confiança. Nesta página você encontra, com transparência, tudo o que conversamos na consulta.
Ambiente hospitalar · Porto AlegreÉ uma cirurgia super tranquila, fácil e rápida, realizada no hospital com uma leve anestesia geral associada à anestesia local nas mamas. O implante é posicionado em cerca de 35 minutos. Logo em seguida a paciente acorda imediatamente, sem dor, e segue para a recuperação — onde permanece de uma a duas horas, apenas até se alimentar, e então já pode ir para casa.
O melhor: todos os movimentos estão liberados logo após a cirurgia. Em casa você se veste, se cuida, escova os dentes e o cabelo, toma banho — tudo sozinha, com total independência. A parte mais difícil de toda a jornada, na verdade, é escolher o tamanho — e é nisso que dedicamos o maior cuidado.
Muito além da estética: harmonia corporal, estabilidade, autoestima e praticidade no dia a dia.
Um dado pouco conhecido e cientificamente fascinante: a presença do implante estimula uma resposta imune local e sistêmica no tecido mamário. Pesquisa publicada no Plastic and Reconstructive Surgery (2025) demonstrou que mulheres com implantes apresentam mais anticorpos contra proteínas associadas ao câncer de mama (mucina-1, receptor de estrogênio-α e mamaglobina A) e maior ativação de linfócitos B e T — o que os autores descrevem como evidência de imunovigilância contra o câncer de mama.
Esse achado conversa com décadas de estudos epidemiológicos que não associam o implante estético a maior risco de câncer de mama — e que, em algumas coortes, observaram incidência até menor que a da população geral.
Resposta imune local e sistêmica documentada em pacientes com implante (PRS, 2025).
O implante reposiciona o tecido sobre o músculo, o que costuma facilitar a avaliação ao ultrassom.
A paciente operada tende a acompanhar as mamas com muito mais regularidade — e o seguimento é o que protege.
A harmonia corporal motiva o autocuidado: mais exercício, mais atenção à saúde como um todo.
Uma linha do tempo pensada para devolver você à rotina o quanto antes, com segurança.
Cerca de 35 minutos, sob leve anestesia geral + anestesia local.
Despertar imediato e confortável logo após o procedimento.
Apenas o tempo de se alimentar na recuperação — e já pode ir para casa.
Vestir-se, banho, escovar dentes e cabelo — tudo sozinha.
Retorno ao trabalho de escritório e à direção em três dias.
Pernas em 30 dias; braços em 60 dias, com orientação individual.
“A cirurgia é fácil, tranquila, rápida e indolor — a parte mais difícil é escolher o tamanho.”
Não são promessas, mas a busca técnica constante por chegar o mais próximo possível de cada um deles.
Proporcionalidade, forma e contorno — e também toque, movimento e naturalidade. A mama que parece e que sente como sua.
Técnica meticulosa e atraumática para um retorno ágil à vida, fundamentada nos princípios de recuperação rápida descritos na literatura.
Sustentação, posicionamento e longevidade total do implante. Não é uma garantia, mas a escolha de técnicas que aproximam o resultado dessa meta ao longo dos anos.
A escolha do tamanho é a decisão mais importante — e a mais difícil. Por isso usamos a simulação 3D da Arbrea Labs: a partir de algumas fotos, a inteligência artificial reconstrói o seu corpo em três dimensões e projeta, sobre a sua própria imagem, como ficará cada opção de implante — em poucos minutos, ali na consulta.
O sistema mede automaticamente as suas proporções e deixa você ver, na prática, o que significam 100, 200 ou 300 ml. Você se vê em 360°, compara volumes e projeções lado a lado e participa da decisão com clareza — a melhor forma de alinhar expectativas com tranquilidade.

O resultado provável projetado sobre o seu próprio corpo, em 360°.
Diferentes projeções e tamanhos avaliados lado a lado.
Você participa da escolha do tamanho com segurança.
O que se vê na simulação orienta a conversa e o planejamento.


A mesma paciente na simulação 3D: natural e com implantes de 100 ml e 200 ml, em movimento.
O tamanho parte do seu desejo — mas é a sua anatomia que define o que é possível com naturalidade. Tudo começa com medidas precisas do corpo.
A primeira medida é o diâmetro da base da mama que você já tem. Ela nos dá o limite máximo de largura da base do implante: a prótese não deve ultrapassar a base natural da mama, sob risco de sair do tórax e forçar os ligamentos de sustentação.
Definida a base, o volume passa a ser uma escolha de projeção — e não de largura.
O respeito à base = naturalidadeCom a mesma base, podemos acrescentar volume para a frente, aumentando a projeção. A linha Motiva oferece quatro projeções sobre uma mesma base — Mini, Demi, Full e Corsé — da mais discreta à mais marcada.
É assim que adequamos o resultado ao seu gosto: mais natural e suave, ou mais redondo e marcado, sem que a mama ultrapasse o tórax. A tabela exata de volumes da marca é apresentada na consulta.
Mesma base · 4 projeções · volumes diferentes
Medimos a distância da aréola ao sulco mamário. Quando a aréola é muito próxima do sulco, o ponto de maior projeção da mama está mais embaixo — e o implante em gota (anatômico) é o indicado, posicionando o maior volume exatamente atrás do mamilo, que assim permanece no plano horizontal.
Importante: a gota não é o que traz naturalidade — isso vem da base, do volume e da projeção corretos. A gota existe para seguir a anatomia particular de cada mama. Em mamilos mais baixos, evita que o polo superior expanda demais e que os bicos apontem para baixo.
Mamilo baixo → indicação de gotaPor fim, avaliamos por ultrassonografia a densidade e a espessura da musculatura — para entender a capacidade real de sustentação do implante e a distensão da pele.
É o que define se a prótese escolhida cabe na sua mama e se pele e músculo conseguem sustentá-la a longo prazo. A medida que liga a estética à durabilidade.
Estética + durabilidade na mesma decisãoFormato, projeção, gel e superfície — cada detalhe do implante é escolhido para unir naturalidade e longevidade.
O redondo distribui o volume de forma homogênea e, com mais projeção, entrega o polo superior marcado. A gota segue a anatomia de mamas com mamilo mais baixo. O aspecto natural vs. marcado depende, sobretudo, da escolha correta de base, projeção e volume — não apenas do formato.
Trabalhamos com implantes Motiva de gel de 6ª geração — mais coesivo, que mantém a forma com estabilidade e, ao mesmo tempo, um toque e um movimento naturais. A combinação de coesividade e maciez é o que dá a sensação de mama própria.
Quanto mais rugosa a superfície, maior a aderência inicial — porém menor o tempo de manutenção do toque macio, pois com o tempo tende a endurecer. Por isso preferimos a nanotexturizada, associada a técnicas próprias de sustentação. A indicação é sempre individual.
A técnica certa para cada mama — do plano de colocação aos reforços que sustentam o resultado.
Indicada para implantes menores (até ~240 ml) em pacientes com pele muito firme. Pode ser na técnica tradicional ou Preservé, em que o implante é introduzido por um balão automático, reduzindo o contato e o trauma.
Usamos o músculo como parte da sustentação — medial, inferior, lateral e superior. É a técnica que combina cobertura, naturalidade no polo superior e estabilidade do posicionamento.
Associada à cirurgia para criar uma sustentação lateral com a própria musculatura, diminuindo a chance de queda para a lateral e para a região inferior-lateral.
Um reforço no sulco e nos ligamentos com fio especial farpado, que estimula a formação de colágeno e aumenta a sustentação — um "sutiã" sob a pele que ajuda a manter o implante no lugar ao longo do tempo.
Um conjunto de medidas assépticas para evitar microinfecções — o chamado biofilme — que estão na origem da cápsula e da contratura capsular. É a base dos protocolos asépticos modernos (plano de 14 pontos descrito por Adams).
O implante não toca a luva nem a pele da paciente — técnica "no-touch" que protege a sua superfície e sua longevidade.
Irrigação intensa da loja onde o implante será posicionado, antes da sua introdução.
Antibiótico aplicado diretamente no sítio cirúrgico, além da profilaxia sistêmica.
Uso de iodo no momento de introduzir o implante, reduzindo a carga bacteriana.
Reduzir o tempo de exposição e a manipulação do implante durante a cirurgia.
Menos biofilme significa menor chance de cápsula e de contratura capsular — e mais durabilidade do resultado.
As complicações são incomuns, em geral leves
e altamente contornáveis.
A mais comum são pequenos roxos no local, com leve aumento de volume. Acúmulos de líquido são raros; infecções, praticamente inexistentes. Contraturas não vemos há décadas em nossa prática, e rupturas são raríssimas. Nada disso recebe ênfase porque, com técnica e protocolo rigorosos, deixa de ser o centro da experiência da paciente.
Pacientes operadas pelo Dr. Alexandre Peruzzo. Clique para ampliar.














Pacientes operadas pelo Dr. Alexandre Peruzzo, com o volume de implante indicado em cada imagem. Imagens publicadas mediante autorização, com tarjas de privacidade. Os resultados variam conforme cada paciente; tempos de recuperação e características da técnica são apresentados como princípios e metas, mediante avaliação individual. Conteúdo informativo, em conformidade com a Resolução CFM 2.336/2023.
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